quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Batida de martelo

Alvoroço
Na quadra, o café da manhã é interrompido por um S.O.S.

Uma coruja, voando baixo, bate nos fios de alta tensão
Ela é levada ao veterinário da praia, ele mantém uma U.T.I. nos fundos da casa

Sangra pelo bico e por um olho, asa quebrada, primeira avaliação
Se não desnucou, tem cura, mas nunca mais vai voar

Virá o veredicto, instala-se o luto

12-01-2011

Um comentário:

  1. Nossa...! Esse teu dizer toca-me em profundo.

    O luto... o descalabro... o ser humano por um passaro!

    Um grande beijo, poeta querido...!

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