Dos campos, eu me agasalho
Das serras, respiro
Das cidades, falo e transpiro
Do mar, escuto e calo
25-07-10
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Nem tudo tem no Google
Nosso pai despertou-nos, antes do amanhecer
Ao lado de casa havia um terreno baldio, de esquina, com grama alta
Pela janela do quarto vi o mundo branco
Tanta era a neve se que os mentirosos da cidade nem ousaram aumentar a quantidade.
Durante o café, soubemos pelo rádio que as aulas haviam sido canceladas
Na praça central houve festa
Sentia-me importante, no alto dos meus 11 anos, meio às pessoas mais velhas
Ao menos, até os pés congelarem e minha mãe me passar uma carraspana
Meus dedos roxos demoraram para aquecer no fogão à lenha.
Nenhuma casa era mais aconchegante que a nossa
24-07-2010
Ao lado de casa havia um terreno baldio, de esquina, com grama alta
Pela janela do quarto vi o mundo branco
Tanta era a neve se que os mentirosos da cidade nem ousaram aumentar a quantidade.
Durante o café, soubemos pelo rádio que as aulas haviam sido canceladas
Na praça central houve festa
Sentia-me importante, no alto dos meus 11 anos, meio às pessoas mais velhas
Ao menos, até os pés congelarem e minha mãe me passar uma carraspana
Meus dedos roxos demoraram para aquecer no fogão à lenha.
Nenhuma casa era mais aconchegante que a nossa
24-07-2010
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